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Telemóveis e Cancro

Por Dr. António Marcos

“Se pretendes entender os segredos do universo, pensa em energia, frequência e vibração” Nikola Tesla (um dos maiores inventores do mundo na área da engenharia eléctrica)

Energia e vibração estão por toda a parte no universo e, naturalmente, ao nosso redor, mesmo que não as ouçamos ou vejamos e

tanto promovem a vida, como podem transportar a morte. Também tudo no nosso corpo mecânico quântico, desde os nossos órgãos ao nosso cérebro, vibra e é influenciado pelas energias e vibrações que nos rodeiam que, por seu turno, têm um profundo impacto na nossa saúde.

Este é um postulado pacificamente aceite do ponto de vista da ciência actual que nos permite abordar um tema urgente do ponto de vista da saúde e que vem alarmando cada dia mais os cientistas a nível mundial – o “electrosmog” (radiação electromagnética invisível) que começou a gerar-se com o desenvolvimento da rede eléctrica, há um século atrás, e que na actualidade atinje quase a totalidade dos habitantes da terra e que, de acordo com cada vez mais numerosos estudos, é responsável por imensas doenças que nos retiram qualidade de vida ou mesmo nos matam.
Em 2007 o Bioinitiative Working Group produziu um relatório, elaborado por prestigiados investigadores mundiais, apontando mais de 2.000 artigos que assinalam os efeitos tóxicos dos EMFs (do inglês ElectroMagnetic Fields – Campos Electromagnéticos) de todo o tipo, assinalando que uma exposição constante, ainda que de baixo nível, como por exemplo a dos TELEMÓVEIS, pode causar uma variedade de CANCROS, como p.ex: LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA em crianças, TUMORES CEREBRAIS, MELANOMAS MALIGNOS, CANCRO DA TIRÓIDE e contribuir decisivamente para desenvolver ALZHEIMER e DEMENCIA, DOENÇA CARDIOVASCULAR, DISFUNÇÃO HORMONAL e DO SISTEMA IMUNITÁRIO, DESORDENS DO SONO e DESORDEM POR DÉFICE DE ATENÇÃO COM HIPERACTIVIDADE. (pode consultar-se o relatório em http://www.drmarcos.net/?link=links.php)

Negar as inovações tecnológicas e o seu benefício para os indivíduos, só porque elas apresentam riscos reais, não faz parte das nossas intenções, seria aliás despido de qualquer pragmatismo, mas já o faz conscencializá-los para tomarem opções conscientes e sobretudo apresentar-lhes soluções que possam ajudá-los a minimizar os impactos negativos, bem como solicitá-los para serem mais exigentes com aqueles que continuam a fazer negócio com a nossa saúde e as nossas vidas.

1 – LOUCOS PELA TECNOLOGIA. Bom para as empresas tecnológicas, mau para a saúde humana?

Como se pode ler, no relatório referido anteriormente, pela mão do investigador Prof. Martin Blank, Ph.D., (professor do Columbia University College of Physicians and Surgeons), “esta particular questão de patofisiologia é acerca da sensibilidade do corpo humano aos EMFs presentes no ambiente, isto é, os efeitos dos EMFs no nosso ADN, efeitos das radiações provenientes dos telemóveis no cérebro e de como os EMFs ambientais podem conduzir à doença de Alzheimer, demência e cancro do seio. As evidêncas científicas dizem-nos que os nossos padrões de segurança são inadequados e que nos devemos proteger da exposição aos EMFs provenientes de linhas de alta tensão, telemóveis e outros”.

Ao que Reba Goodman, Ph.D., Professor Emérito da mesma Universidade, acrescenta, “as células no nosso corpo reagem aos EMFs identificando-os como potencialmente perigosos, tal como o fazem relativamente a quaisquer outras toxinas ambientais, como os metais pesados ou químicos tóxicos. O ADN nas células vivas reconhece os campos electromagnéticos mesmo a baixos níveis de exposição e produz uma resposta de stress bioquímico”

Num recente estudo, o Prof. Luc Montagnier, o famoso virologista francês que co-descobriu o HIV e ganhou o Prémio Nobel da Medicina em 2008, corrobora a presença desses sinais electromagnéticos que afectam o ADN (i) .

Pois bem, a questão é sobejamente preocupante para que nós, quer do ponto de vista científico quer do ponto de vista ético, nos sintamos obrigados a partilhar com os nossos concidadãos o ponto da situação sobre uma questão apenas abordada em revistas científicas e poucas vezes do real conhecimento do público em geral e que nos pode estar a conduzir, a todos, enquanto civilização, a um final nefasto ou, o que ainda é pior, a uma vida de doença e sofrimento.

SOMOS GENETICAMENTE SERES DA IDADE DA PEDRA AGARRADOS A TELEMÓVEIS

Nas palavras de Michael Persinger, Ph.D., investigador na área das neurociências da Laurentian University do Canadá, que estudou os efeitos dos EMFs nas células cancerigenas: “pela primeira vez na história da nossa evolução, nós geramos um ambiente virtual secundário totalmente novo, denso e complexo – uma sopa electromagnética – que no essencial interfere com o sistema nervoso humano”

Se pensarmos que, mais de 4 biliões de pessoas em todo o mundo utilizam regularmente um telemóvel sem minimamente estarem conscientes dos riscos que correm, tudo em prol da comodidade, do conforto e da facilidade de comunicação, então, talvez nos assalte a ideia de que pode ser a própria sobrevivência da nossa espécie que pode estar em risco, ou pelo menos um “inferno” de doenças degenerativas que já se anuncia.

Nós somos seres energéticos/eléctricos, sendo que o nosso corpo é um complexo sistema de comunicações no qual as células “falam”, os tecidos “falam”, os órgãos “falam” e os organismos “falam”, e em cada um desses níveis, a comunicação implica transmissores e receptores bio-eléctricos sintonizados com precisão (ii) . E, tal como com os rádios, quando expomos a antena a demasiado “barulho externo”, criamos demasiada “estática”, exactamente o que acontece com a nossa exposição a um ambiente de “electrosmog” (iii).

Lembre-se que todas as células do seu corpo, sejam elas os ilhéus de Langerhans, responsáveis pela produção de insulina, ou glóbulos brancos a caminho duma área lesionada, usam electricidade (electrões) para comunicar entre elas. Essas mudanças de positivo a negativo ocorrem milhares de vezes por segundo, fazendo oscilar os electrões no nosso corpo a esse ritmo. Interferindo com o nosso sistema eléctrico celular, o “electrosmog” pode interferir com a secreção de insulina, alterar a resposta do sistema imunitário ou causar outro qualquer dano físico: interrupção do padrão normal das ondas cerebrais, conduzindo a alterações de comportamento, a funções neurológicas anormais tais como demência, alzheimer, fadiga crónica, fibromialgia, etc (iv).

As muito baixas frequências (1-100kHz), também denominadas “electricidade suja” são resíduos da electrónica, tais como, televisores, plasmas, stereos, e outros aparelhos de entretenimento, e podem aumentar exponencialmente o risco de melanomas, cancros uterinos ou da tiróide ou simplesmente, como refere a OMS (Organização Mundial de Saúde), dores de cabeça, fadiga, stress, perturbações do sono, problemas de pele e sensação de queimadura, dores musculares, etc.

Muitas estimativas sérias apontam para uma verdadeira epidemia de cancros do cérebro que podem atingir os 500.000 casos em todo o mundo já em 2010 e chegar a mais de um milhão, apenas nos E.U.A., em 2015. E mesmo que o desfecho não seja o cancro do cérebro a alternativa poderá ser Alzheimer ou porventura impotência.

DANOS JÁ NÃO SÃO SÓ ESPECULAÇÃO! A morte que não se vê.

Como seres eléctricos que somos, o nosso corpo apresenta diferentes vibrações. A uma frequência de 3-12,5 Hz, o denominado “campo de vitalidade” permite ao nosso cérebro recuperar, recarregar e manter a homeostasis (sono profundo, ou hipnose profunda); A uma vibração de 10 Hz, a nossa glândula pineal produz melatonina que nos ajuda a adormecer e a combater fenómenos cancerígenos; O nosso sistema límbico, ou centro das emoções, vibra a 12,5 Hz e o nosso centro de prazer cerebral a 17,5 Hz.

Conforme a vibração aumenta, é quando podemos começar a ter problemas no nosso funcionamento orgânico. A 33Hz surge o nervosismo, a ansiedade e mesmo o pânico, sendo que frequências muito acima desta podem levar a mutações celulares ou até a problemas de fertilidade. É ainda de realçar a diferença entre frequências pulsadas e não pulsadas. P.ex. o centro cerebral para a creatividade e desenvolvimento espiritual, vibra a 100Hz, mas de frequência não pulsada. Ora, p.ex. os telefones sem fios vibram a frequências pulsadas começando em 100 Hz e isto acontece mesmo quando estão em standby. Este tipo de frequência pulsada pode levar a distúrbios do sono, dificuldades de recuperação, cansaço crónico e a perturbações do nosso centro de creatividade com impacto profundamente negativo em todo o nosso sistema endócrino (v) , danificando, mesmo, a nossas células sanguíneas (vi).

Os telemóveis, por seu turno, produzem 217 electro-choques por segundo no nosso sistema nervoso e o EU REFLEX study, levado a cabo por 12 equipas de investigadores de 7 países, concluiu que esses electrochoques pulsados danificam o ADN e provocam mutações celulares (vii) .

A internet Wireless, Wi-Fi e microondas transmitem a altas frequências de 2,45 GHz, o que pode conduzir a alterações nas frequências de funcionamento do cérebro, provocar mutações celulares, infertilidade, efeitos sobre a expressão dos genes e das proteínas, efeitos genotóxicos, etc.

A questão em particular das redes wireless, para disseminação da internet, é um dos problemas mais graves no que respeita à agressão do ADN celular a que hoje estamos sujeitos. Estas redes minam as nossas casas (e mesmo evitando colocar estas wireless em nossa casa, estamos sujeitos à radiação da do vizinho) e minam os nossos espaços públicos (jardins, parques, escolas, universidades, empresas), por preguiçosa ignorância das pessoas e dos decisores públicos e privados que desconhecem os perigos reais dessa morte que não se vê.

TELEMÓVEIS E CRIANÇAS

Se o já referido relatório do Bioinitiative Working Group (vide Michael Kundi, Ph.D., Medical University of Viena, Austria-“Evidence for Childhood Cancers.Leukemia”) aponta para um aumento de leucemia, desde o início do séc. XX, em crianças entre os 2 e os 5 anos de idade nos países do primeiro mundo, em virtude do desenvolvimento das redes eléctricas, em contraste com o que se verifica nas comunidades menos desenvolvidas onde não houve desenvolvimento da rede eléctrica e não se verifica esse aumento, um recente estudo sueco é particularmente assustador, ao sugerir que aqueles que começam a usar telemóveis ainda em crianças, têm 5 vezes maior risco de desenvolver cancro do cérebro do que aqueles que apenas iniciaram o seu uso na idade adulta, bem como aqueles que utilizam o telemóvel por mais de 10 anos (viii) . O relatório Bioinitiative concluiu, também, que as crianças com leucemia que estão em recuperação em casas onde se encontram expostas aos EMFs, têm taxas de recuperação muito baixas, muito inferiores ao daquelas crianças que não se encontram expostas aos mesmos.

Em 2008 o Departamento de Saúde Pública de Toronto, Canadá, alertou os pais para limitarem o uso dos telemóveis por crianças e adolescentes, como forma de evitarem potenciais riscos para a saúde, evitando o seu uso por crianças e limitando o seu uso pelos adolescentes a menos de 10 minutos diários. Ao mesmo tempo, várias universidades canadianas mandaram retirar as redes wireless dos campus universitários, pelo perigo que as mesmas representam para a saúde dos alunos (Assim se faz nos países civilizados, leia-se mais cultos e informados, ao contrário do que se assiste em países subdesenvolvidos como nosso, em que é “chic” instalar wireless nos centros comerciais, nas universidades e mesmo, espante-se, em jardins e parques públicos, locais nos quais, em vez de podermos estar em total contacto com a mãe natureza, passamos a ser alvo das brutais radiações das torres de wireless, sem que nenhum dos nossos “avisados” políticos e decisores públicos tenha cultura suficiente para se aperceber do tremendo atentado à saúde que perpetra a coberto dos “avanços tecnológicos”).

Se ama os seus filhos proteja-os…não fique à espera que sejam os outros a desempenhar essa obrigação por si. Busque informação (ix) , questione as autoridades, pressione a indústria das telecomunicações para nos apresentarem produtos éticamente responsáveis e para já mantenha-os afastados, o mais possível das redes wireless, dos telefones sem fios e dos telemóveis. A falsa alegria de hoje poderá ser o drama de amanhã.

OS RISCOS REAIS

Do que se deixou antes dito podemos elencar os seguintes riscos reais decorrentes da exposição a EMFs, tais como, Telemóveis, telefones sem fios e internet wireless:

Cancro do cérebro – Danos no seu ADN – Danos nas células sanguíneas e mutações celulares – Danos nas células nervosas – Alzheimer – Danos na vista – Leucemia – Melanoma maligno – Disfunção do sistema imunitário – Disfunção hormonal – Desordem por défice de atenção com hiperactividade

Usar um telemóvel na sua anca ou bolso das calças, foi ligado a um decréscimo da densidade óssea na região pélvica, sendo que os rins, a bexiga, o cólon e os órgãos reprodutores também podem ver-se afectados (x) .

A proximidade a torres de telemóveis promove a denominada hipersensibilidade electromagnética que se traduz, entre outros, em sintomas como fadiga, distúrbios do sono e audio visuais, efeitos cardiovasculares.

Numa audição efectuada em Setembro de 2009 numa comissão do Senado Norte Americano sobre telemóveis, a Dra. Siegal Sadetzki, epidemiologista, Professora e investigadora da Universidade de Tel Aviv, não deixou margem para dúvidas sobre os riscos reais dos telemóveis no surgimento dos tumores das glândulas salivares (xi).

É minha convicção que os EMFs, e em particular os dos telemóveis e redes wireless, vão matar mais do que o tabaco. A diferença, por agora, é apenas a de que o tabaco está presente hà muitos mais anos e, face a todas as evidência de décadas, já não é mais possível esconder os seus danos.

O QUE PODEMOS FAZER PARA MINIMIZAR OS DANOS?

O negócio das telecomunicações é hoje um negócio mundial de biliões e biliões de euros, com “lobbies” governamentais poderosíssimos de orçamentos astronómicos e os reguladores, agências governamentais que existem para nos proteger enquanto consumidores, por toda a parte entram em benéficas “colaborações” com as empresas de comunicações que deviam regular, o que significa que a defesa dos consumidores e, em particular, da nossa saúde é muito ténue ou mesmo praticamente inexistente. Cabe-nos a todos nós pressionar os poderes públicos, as entidades reguladoras e, sobretudo, a indústria das telecomunicações, para que cumpram a função social que verdadeiramente justifica a sua própria existência que é a de trazerem mais valias à comunidade protegendo-a, ou minimizando, todo e qualquer efeito adverso a médio ou longo prazo para a saúde pública, ou seja, agindo para além dos seus lucros imediatistas.

REGRAS:

1 – Não permita a utilização de telemóveis por crianças e pré-adolescentes (se está grávida ou com um bébé ao colo ou na sua proximidade evite usar o telemóvel)

2 – Limite ao máximo o tempo de uso do telemóvel e vá mudando-o de lado da cabeça (não existe isso de telemóvel seguro)

3 – Evite a sua exposição de proximidade a WiFi routers (prefira as instalações por cabo, sobretudo em sua casa)

4 – Se tem um telefone sem fios em casa, prefira-o de 900MHz para evitar a constante emissão de radiações (o ideal é o telefone por fio)

5 – Não traga o seu telemóvel próximo ao corpo

6 – Use os fones sempre que possível no seu carro na vez do auricular wireless

7 – Limite as suas chamadas dentro de edifícios e, sobretudo, em estruturas metálicas

Deixo-lhe como últimos conselhos: 1º o manter uma boa regulação probiótica do intestino ( na verdade uma boa barreira intestinal diminui os sintomas de electrosensibilidade); 2º faça desintoxicações periódicas ao organismo (com efeito, além das crescentes toxinas ambientais, os milhões de microorganismos que habitam o seu organismo repondem aos EMFs gerando elevados níveis das suas próprias toxinas); 3º tome cuidado com a presença de bolores (em ambientes ricos em EMFs o bolor chega a produzir até 600 vezes mais neurotoxinas); 4º tome diariamente alimentos naturais frescos e ricos em antioxidantes (frutos do bosque, com destaque para o Goji tibetano). NÃO QUEIRA JOGAR Á ROLETA RUSSA COM A SUA SAÚDE.

(i) Montagnier, L., Aissa, J., Ferris, S., Montagnier, J-L., Lavallee, c.: Electromagnetic signals are produced by aqueous nanostructures derived from bacterial DNA sequences, in Interdisciplinary Sciences: Computational Life Sciences, 2009, 1: 81-90.

(ii) Oschman, J.L.: Energy Medicine: The Scientific Basis, Ed. Churchill Livingstone, 2006, p. 189.

(iii) Andersen, J.B., Pedersen, G.F.: The technology of mobile telephone systems relevant for risk assessment, 1997, Radiation Protection Dosimetry, 72: 249-57.

(iv) Becker, R.: Cross Currents, Ed. Penguin group, 1990, p. 215.

(v) Gandhi, O.P., Lazzi, G., Furse, C.M., et al.: Electromagnetic absorption in the human head and neck for mobile telephones at 835 and 1900 MHz. 1996, IEEE Trans MTT; 44: 1884-97.

(vi) Savapol, T., Moraru, R., Dinu, A., Kovács, E., Sagin, G.: Membrane damage of human red blood cells induced by low power microwave radiation, 1995, Electro-Magnetobiol, 14: 99-105. Garaj-Vhovac, V., Fucic, A., Horvat, D.: The correlation between the frequency of micronuclei and specific aberrations in human lymphocytes exposed to microwave radiation in vitro, 1992, Mutation Research, 126: 65-73.

(vii) Vide http://www.i-sis.org.uk/CMPBDASG.php. Veja-se também o relatório do Independent Expert Group on Mobile Phones. Mobile phones and health, 2000, Londres, Stationary Office. http://www.iegmp.org.uk

(viii) Hardell, L., Carlberg, M., Soderqvist, F., Mild, K.H., Morgan, L.L.: Long-term use of cellular phones and brain tumours: increased risk associated with use for ≥10 years, Occupational and Environmental Medicine, 64: 626-632.

(ix) Mantenha-se a par dos últimos desenvolvimentos da investigação relacionados com telemóveis e patologias em crianças no site da Mobi-Kids (veja as FAQ no site) http://www.mbkds.com

(x) Atay, T., Aksoy, B.A., Aydogan, N.H., Baydar, M.L., Yildiz, M., Ozdemir, R.: Effect of electromagnetic field induced by radio frequency waves at 900 to 1800 MHz on bone mineral density of iliac bone wings, 2009, J. Craniofac. Surg., 20 (5): 1556- 60.

(xi) http://www.eurekalert.org/pub_releases/2008-02/afot-cpl021408.php .Vide ainda Sadetzki. S., Chetrit, A., Jarus-Hakak, A., Cardis. E., Deutch, Y., Duvdevani, S., Zultan, A., Novikov,, I., Freedman, L., Wolf, M.: Cellular Phone Use and Risk of Benign and Malignant Parotid Gland Tumors—A Nationwide Case-Control Study, 2008, Am. Journal of Epidem., 167 (4): 457-67.

Discussão

One thought on “Telemóveis e Cancro

  1. Achei muito interessante o artigo sobre os perigos do telemóvel, bom seria fazê-lo circular pelo maior numero possível de pessoas. Eu costumo andar com dois telemóveis no bolso, um de cada operador, agora vou ter mais cuidado.

    Posted by António Marques | 10 de Outubro de 2010, 20:44

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